|
|
CULTURA AFRO-BRASILEIRA NO CURTADOC
Documentários de diferentes estados
mostram o quanto nossa vida
tem cor, som e sabor da África.
Sintonize no SESCTV:
A ÁFRICA É AQUI (52min)
Terça | 2 fev. | 21h
Reapresentações: quarta (3), à 1h e às 15h, quinta (4), às 9h, sábado (6), às 22h, domingo (7), às 19h
SESCTV, Sky canal 3. Outras operadoras, consulte www.sesctv.org.br
Negritude na pele,
no ritmo, na palavra.
Dela herdamos valores e cadência.
O cinema tira da invisibilidade o negro.
Dá voz e abre para a discussão, a reflexão.
"Não" ao preconceito.
"Sim" à valorização dos filhos da África.
O convidado deste episódio é Mohamed Bamba, professor de audiovisual da Universidade da Bahia. Mohamed é da Costa do Marfim, mora no Brasil há 17 anos, onde fez doutorado em cinema e tornou-se um divulgador da produção cinematográfica africana. Neste programa Mohamed Bamba fala sobre a cultura afro-brasileira e de como o cinema se apropria das influências da Mãe-África.
Aruanda, 20min, 1960, de Linduarte Noronha
Os quilombos marcaram época na história econômica do Nordeste canavieiro. A luta entre escravos e colonizadores terminava, às vezes, em episódios épicos, como Palmares. Olho d’Água da Serra do Talhado, em Santana do Sabugi (PB), surgiu em meados do século passado, quando o ex-escravo e madeireiro Zé Bento partiu com a família à procura de terra de ninguém. Aruanda é um clássico do Cinema Novo.
Mata... Céu... e Negros, 15min, 2006, de Claudia Aguiyrre
A produção remonta aos anos de 1800. Como em outros lugares do Brasil, escravos negros chegaram trazidos pelos colonos açorianos e portugueses à localidade do Alto Biguaçu, hoje, Antônio Carlos (SC). No mesmo período, fixaram-se no local colonos alemães, retratados nos livros de história como principais colonizadores, pois 95% dos habitantes são descendentes de germânicos. Com a escravidão, as conseqüências eram os exílios de ex-escravos em quilombos como o Canudos, que, atualmente, é um bairro da cidade.
Som da Rua – Dona Mercês, 3min, 2004, de Roberto Berliner
Maria José de Mercedes Santos, Dona Mercês, nasceu na Serra do Cipó em 1938. Descendente de escravos da Comunidade do Açude, foi deles que herdou o Candombe, manifestação artístico-espiritual da tradição Bantu, que, hoje em dia no Brasil, só existe em Minas Gerais.
No CURTAS PALAVRAS desta semana o assunto é o DOGMA FEIJOADA, movimento dos realizadores negros no Brasil, com depoimentos do cineasta Ari Cândido e do pesquisador João Carlos Rodrigues.
Assista ao CurtaDoc no SESCTV, comente e critique.
Suas impressões são nosso termômetro.
Escreva para: curtadoc@contraponto.tv
Continue inscrevendo seus documentários no site do CurtaDoc.
Em breve, notícias sobre o catálogo virtual com informações de todos os curtas inscritos.
Fique em contato. Agora você tem uma nova tela para seu documentário! |